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Câmbio automático: troca de óleo por diálise e por que faz diferença

A troca convencional substitui só 40% do fluido. A diálise renova quase tudo e devolve a suavidade das trocas de marcha.

Marcos Rotor · 18 de setembro de 2026 · 1 min de leitura

Câmbio automático é o conjunto mais caro do carro depois do motor — e o mais negligenciado.

Troca convencional × diálise

Na troca pelo bujão, sai só o que está no cárter: cerca de 40% do fluido. O resto fica no conversor de torque e nos circuitos, misturando óleo velho com novo.

Na diálise, uma máquina conectada ao circuito de arrefecimento do câmbio empurra o fluido novo enquanto retira o velho, até sair limpo. Renova mais de 90%.

Quando fazer

  • A cada 60 mil km em uso urbano (ou o que o manual indicar).
  • Se sentir trancos, demora para engatar ou patinação.

Usamos fluido com a especificação exata de cada câmbio. Orçamento fechado antes de começar.

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