Câmbio automático: troca de óleo por diálise e por que faz diferença
A troca convencional substitui só 40% do fluido. A diálise renova quase tudo e devolve a suavidade das trocas de marcha.
Câmbio automático é o conjunto mais caro do carro depois do motor — e o mais negligenciado.
Troca convencional × diálise
Na troca pelo bujão, sai só o que está no cárter: cerca de 40% do fluido. O resto fica no conversor de torque e nos circuitos, misturando óleo velho com novo.
Na diálise, uma máquina conectada ao circuito de arrefecimento do câmbio empurra o fluido novo enquanto retira o velho, até sair limpo. Renova mais de 90%.
Quando fazer
- A cada 60 mil km em uso urbano (ou o que o manual indicar).
- Se sentir trancos, demora para engatar ou patinação.
Usamos fluido com a especificação exata de cada câmbio. Orçamento fechado antes de começar.